segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Os Estrangeiros

O pai, 50 anos, baixinho, sorriso nos lábios, engenheiro lá na terra dele.
O filho, sorri como o pai, criança lá na terra dele.
Aqui, são os Ivans das obras. Não há pai, não há filho. São os primeiros a chegar, os últimos a sair.
No verão, partem de carrinha. Sei para onde vão.
No regresso, trazem nostalgia no olhar.
Mas, quando anoitece, como é que aquecem o coração?


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